terça-feira, 21 de junho de 2011

Sucker Punch


Eu estou para falar desse filme a muito tempo só que é meio complicado de falar dele sendo imparcial, mas mesmo assim vamos começar este post que você pode amar ou odiar. O filme é o típico amor ou ódio e é bem simples de entender porque, o principal fator disso é a história que pode ser completamente idiota ou fantástica e se você vai assistir o filme tem que ter isso em mente.
O filme fala sobre Baby Doll uma menina que é colocada pelo padastro em um hospício após a morte da mãe que deixou a herança para ela e a irmã a irmã bate as botas por obra do destino... Existe várias formas de se ver e entender o roteiro, simplificando MUITO nós temos a Baby Doll que faz amizade com outras meninas do hospício e esse hospício se transforma em uma espécie de cabaret para pessoas ricas e elas são dançarinas. A dança é a forma que a Baby Doll acha de fugir de tudo de ruim que está acontecendo com ela indo para um mundo fantasioso em sua mente ou não depende da forma que você, neste mundo ela é uma mulher forte que luta contra os alemães na guerra.
Eu particularmente achei o filme muito bom eu tenho fraco por filmes com mulheres fortes me inspira esse tipo de filme, a história me lembrou "A ilha do medo" em questão de: Qual desses mundos é de verdade? Onde ela começa a sonhas? Eu gosto de histórias que eu tenho que prestar atenção ao filme para poder entender a história ou ver de novo, também tenho que falar da fotografia do filme que eu achei muito boa mesmo só que existe aquele problema existem pessoas que gostam de filmes mais claros e eu prefiro mais escuros e isso incomoda algumas pessoas.
A trilha sonora foi bem escolhida e conseguiu entrar no mesmo molde do filme caracterizando-o mais ainda e a atriz que faz a Baby Doll ter cantado algumas músicas foi bem interessante e deu a emoção que a voz da personagem iria dar. Os momentos de slow motion para algumas pessoas foram usados em grande escala quando podiam ter amenizado isso um pouco já eu discordo, acho que as lutas ficaram bem mais bonitas dessa forma quando não tem muito slow motion as lutas são muito cortadas.
Para quem gosta de RPG, fantasia e histórias bem viajadas este é um bom filme para ver e se divertir bastante em alguns momentos chega a lembrar enredo de jogos e HQ's nos fazendo querer continuar o filme.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Enterrado Vivo

O engraçado de assistir Enterrado Vivo é que todas as pessoas vão assistir esperando menos do que encontram, é difícil encontrar roteiro e técnica consideravelmente bons em filmes do gênero. E atuação boa, é claro, Ryan Reynolds (A Proposta, Apenas Amigos) cumpre bem esse papel. Filme recomendadíssimo.Paul Conroy (Reynolds) é motorista de caminhão de uma empresa e trabalha no Iraque quando seu grupo é atacado por terroristas. Ele acorda em um caixão e precisa conseguir 5 milhões de dólares para não morrer.
A sinopse é simples, mas aí entra a questão técnica já citada. O longa inteiro acontece dentro do caixão. Inteiro mesmo, não tem algumas cenas antes do sequestro e nem flashbacks, tudo é lá e você se sente lá, te tira o fôlego. O único contato com o exterior se dá pela tela do celular que Paul tem a sua disposição no caixão, só que parece que esse contato te prende mais, você se sente trancado ali e sente mal.
A parte do roteiro se destaca pela crítica em relação aos modelos de ação das empresas e das pessoas, em relação ao comportamento "dos EUA", pode ser forçado para alguns, mas são fatos absurdamente verossímeis.Pra quem gosta de um bom suspense, um filme bem feito, um bom roteiro ou tudo isso junto, Enterrado Vivo fica de dica.

domingo, 19 de junho de 2011

Clássicos da Sessão da Tarde : Apertem os cintos, o piloto sumiu


Olá galera! Hoje eu resolvi começar um especial chamado Clássicos da Sessão da Tarde onde irei falar sobre os queridinhos ou não que passavam nas minhas tardes e fizeram parte da minha infância, para abrir com chave de ouro vamos falar da comédia mais legal que é Apertem os cintos o piloto sumiu. O filme está listando entre a 10º comédia mais engraçada, não tem toda aquela apelação de atualmente comédia atualmente é coisa que eu não vejo com pornografia sabe. Vou admitir rola umas pornografias tipo piadinha mas muito legal ainda assim, o mais legal do filme é aquele ar que a época tinha, comédia com piadas bem boladas sabe.

Alguns filmes fazem parte da história das pessoas e eu estou em fase nostalgia então porque não passar esse meu momento para as pessoas que acompanham o blog eu pensei né e me veio a ideia desse post. Algumas pessoas se tiverem a minha idade 18 anos já devem ter visto a maioria desses filmes mas ainda assim "vale a pena ver de novo" é muito bom ganhar um pouco mais de conhecimento sobre cinema em geral. Os filmes antigos são outro mundo em relação a roteiro, sonoplastia, trilha sonora em geral
O filme tem aquelas piadas obvias como nessa imagem que um dos carinhas na torre de comando fala: "-Não se preocupe eles vão conseguir pousar, eles tem instrumentos lá em cima." E então aparece essa cena, não da para não rir é muito engraçado ainda mais os personagens que são bem caricatos desse tipo de comédia como aqueles típicos personagens que matam quase todos e não percebem, ou quase matam uma pessoa e as que estão em volta não percebem pois estão olhando para o típico personagem.
O filme tem ótimos momentos e ira te manter rindo do início ao fim, este é um dos filmes que para mim não faz muita diferença ver dublado ou legendado porque ele é muito bom de qualquer forma sem falar que um dos melhores atores de comédia dessa época participa do filme dando mais graça ao filme. Os diálogos é algo que não da para não rir, e os problemas com bebida de um dos personagens principais é fantásticos se você tiver a oportunidade de assistir veja este filme.
Até a próxima pessoal, irei procurar mais Clássicos da Sessão da Tarde para poder compartilhar com vocês nesse momento nostalgia.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Easy A - A Mentira


Não me lembro de ter gostado tanto de um filme adolescente desde que assisti
Meninas Malvadas, que continua sendo um dos favoritos, mas é muito claro que Easy A está quase no mesmo nível de qualidade.
O longa conta a história de Olive (Emma Stone), uma garota apagada no colégio que acaba ficando popular após fingir transar com um amigo gay durante uma festa para acabar com boatos sobre a homossexualidade dele. Junto com a popularidade, Olive ganha a ideia de continuar fingindo fazer coisas com os outros garotos do colégio em troca de dinheiro, e sua fama só aumenta.
Não parece sério e nem diferente de alguma comédia pastelão de sucesso, mas o roteiro é muito bem trabalhado. As questões de popularidade e limites na vida colegial são abordadas de maneira leve e te faz se envolver facilmente com os personagens. É bom refletir sobre como certas coisas que eram tão importantes vêm se tornando tão banais e como o contrário acontece de forma ainda maior, como as coisas que deveriam ter importância são jogadas de lado e não discutidas. É aí que o filme ganha.
Outro fato é que não é possível não elogiar o elenco e a trilha sonora. Emma Stone é sensacional em vários sentidos e concorreu ao Globo de Ouro por sua atuação no longa, Amanda Bynes (Ela É O Cara), que teria esse como último filme se não tivesse desistido de se aposentar, o excelente Stanley Tucci (E.R., O Diabo Veste Prada) e a sempre perfeita Lisa Kudrow (a eterna Phoebe, de Friends). A música de abertura já anima e o resto é aquele tipo de rock mais leve, típico em filmes do gênero.
E é impressionante perceber como é raro assistir a um filme não cansativo. A narrativa de Easy A é dividida pela própria personagem contando sua história, isso dá certa dinâmica que deixa a coisa mais difícil de parar, mas isso fica quase repetitivo e deixa o final um pouco óbvio quando a trama está para acabar.
Enfim, claro que não é pra esperar um filme de John Hughes, mas é diversão garantida com muitas sacadas ótimas, tipo o grupo religioso do colégio e a história da DST. E falando em John Hughes, o filme é lotado de referências a ele, o que só fez com que o longa subisse cada vez mais no meu conceito... E agora é só elogios.

domingo, 5 de junho de 2011

Glee - 2.22 - "New York" - Season Finale

Tá bom que teve toda a situação de homenagear Nova York, referências a filmes, números musicais, conversas sobre mudança de elenco depois da próxima temporada... Mas parece que eles usam a mesma fórmula e todas as competições pelas quais esse coral do barulho passa, né?
No geral, foi um episódio bonito, com os pontos ruins, mas não dá pra detonar. O fato é que o episódio teve tudo o que eu odeio em Glee e bons pontos positivos.
Só que chega de Rachel e Finn se separarem, né? Acho que dá pra manter os dois juntos até sairem da série. E foi legal ver o coral perdendo, não porque eles são ruins, mas eles atuam melhor quando perdem, é mais tocante. E teve o Schue não abandonando o grupo, que foi legal. Clichê, mas legal.
E eu acabei de lembrar que odiei o final do episódio, com os ganchos forçados e tudo mais. Primeiro porque foi bem tosca a comemoração pela 12ª colocação no ranking nacional de corais... Gente, ranking nacional de corais... E segundo porque a Mercedes e o Sam NUNCA ficariam juntos na vida real. Eu não sou preconceituoso, só é a verdade.E pode mandar a terceira temporada pra eu falar mal.

Grey's Anatomy - 7.22 - "Unaccompanied Minor" - Season Finale

Primeiro eu tenho que falar pras pessoas que não gostaram do episódio que não ter ninguém morrendo, gente explodindo e tiroteio não torna o episódio ruim. Pelo contrário, foi um dos melhores episódios da série.
Não precisaram apelar (não que a apelação seja ruim, claro), foi tudo muito calmo, simples, o caso médico foi o de um acidente de avião com um só sobrevivente, a gente precisava assistir isso. A gente precisava de um episódio sobre Meredith e Cristina, a gente precisava de Meredith no centro da série novamente. E isso não deixou os outros personagens de fora, Alex mandando a médica pro inferno foi ótimo, April se tornando a residente-chefe foi ótimo e Lexie pedindo pro Sloan parar de pressionar ela pra que ela não volte pra ele foi ótimo. Até Teddy emocionou. A única que deixou a desejar foi a Bailey, mas ela já vem perdendo seu brilho há um certo tempo, o que é muito ruim.
E alguém precisa me explicar como a Sandra Oh ainda não ganhou um Emmy. A primeira discussão de Cristina e Owen, quando ela conta que tá grávida, é perfeita. E ela vai se superando durante o episódio com "eu não sou um monstro, se eu tiver um bebê, eu vou amá-lo" e abalando todo mundo com o grito de "I'm saying no" perto do fim. E Ellen Pompeo também consegue emocionar, e muito. A conversa com Derek no vestuário, as caras e as falas, Meredith falando que não vê certo e errado nas coisas porque as coisas são complicadas, Meredith chegando em casa falando com o bebê evendo que está sozinha e alando "ela tá lá em cima dormindo no berço de uma criança morta"...
Isso é Grey's Anatomy e isso é o que vai nos deixar com saudades até setembro, eu acho, esperando por mais uma, e talvez última, temporada.

Glee - 2.21 - "Funeral"

Eu descobri que é muito fácil falar mal de Glee e que eu provavelmente deveria largar a série já que eu estou odiando, mas eles se esforçam pra fazer um episódio bom, isso é verdade, só que mesmo com a maioria das pessoas que assistiram tenham gostado, eu continuo indo contra e achando que o problema, na verdade, é meu e não da série mais perfeita de todos os tempos... Mentira.
Outra coisa que os roteiristas de Glee fazem de forma MUITO fácil é desconstruir a Sue. Ah, vai catar coquinho! Tudo bem que era a irmã da mulher, mas a Sue nunca ficaria emocionada com o coral cantando Pure Imagination, é o que eu acho.
Mas vou falar um pouco bem do episódio, que tava indo bem até o funeral começar pra valer. Porque teve as audições, mesmo com Kurt cantando a milésima música tirada de musical dele na série (isso enche também). Só que teve Santana cantando Amy Winehouse (legal!) e Rachel em uma das melhores apresentações dela na série inteira (ela pode cantar musical). Semana que vem tem fim de temporada, todos animados, até eu, mas sei que, provavelmnete, não irei gostar... Pra variar, né?

Grey's Anatomy - 7.21 - "I Will Survive"

A melhor coisa de Grey's Anatomy é o dia em que o episódio é ótimo, com músicas ótimas e com a narração excelente. Eu nem estava achando que a narração estava super sensacional até começar a falar que os humanos têm sentimentos e precisam de alguém. Eu sei que parece tosco, mas quem viu sabe do que eu tô falando.
Cristina se superando cada vez mais e, finalmente, assumindo que o papel dela é ser cirurgiã e ponto final, Meredith achando que ia ferrar com tudo na entrevista da adoção e Alex sendo o filho da mãe que todo mundo gostava quando a série começou... Que episódio bom, sério! E teve a troca dos exames, que todo mundo já sabia que iria ser revelada em algum momento, só faltava saber a hora em qua a bomba iria explodir. E explodiu num dos melhores momentos da série, com Cristina e Alex entendendo que Meredith seria, provavelmente, a nova residente-chefe. Perfeito. E tudo isso ao som de Love More, de Sharon Van Etten, que é viciante.
O problema é que não dá pra saber o que esperar do fim de temporada, mas foi assim no ano passado também e o final foi um dos melhores da série, então...

Glee - 2.20 - "Prom Queen"

O episódio começou muito bom, e eu já estava me acostumando com os episódios bons de Glee, Rachel cantando Rolling In The Deep ficou por algumas semanas na minha cabeça e eu já disse que tinha que ter uma música da Adele em toda semana da série. O clima do baile contagia e todas as histórias estavam boas, até Brittany e Santana, só que aí o baile começa e eles cantam Friday.
Na verdade, o problema nem foi a música, porque I'm Not Gonna Teach Your Boyfriend How To Dance With You é uma das músicas mais bacanas que eu conheço, sério mesmo. Mas o baile foi forçado, foi tudo forçado, e teve Kurt aceitando ser a rainha do baile, o gay não-assumido pulando fora... Pra que? E eu fiquei achando que a tal morte que vai ter na série fosse no fim desse episódio pra causar um gancho impactante, mas não, o final foi com todos felizes cantando Dancing Queen no meio do salão... Pô, Glee.Mas a cena com a Santana vendo a garota com o vestido igual ao dela foi ótima!

sábado, 4 de junho de 2011

Grey's Anatomy - 7.20 - "White Wedding"


Finalmente consegui gostar de um episódio focado em Callie e Arizona, tudo bem que as partes mais legais nem foram delas, mas até a parte delas foi legal.
Gosto muito das brigas que os pais da Callie causam quando apareceram, essas discussões religiosas dão um gás muito bom pros episódios e "você não sabe como é ruim criar uma filha, vê-la crescer e saber que não vai se encontrar com ela no céu" foi uma das falas mais fortes de toda a série, com Sara Ramirez dando um show de atuação. E teve Bailey sendo Bailey, eu sei que muita gente não gostou, mas teve Bailey sendo Bailey.
Mas aí Meredith e Derek resolvem fazer um casamento corrido pra poder adotar o bebê e roubam a cena. E até April é mais recomendada do que Cristina para o cargo... Isso é Grey's Anatomy. E o episódio foi muito bom mesmo, com clima de novelão, o problema é que isso só nos lembra que o fim de temporada se aproxima muito e nada tem cara de final, só que a Shonda, né? Vai saber...E a Zola é demais!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Glee - 2.19 - "Rumours"


Acho que eu tenho algum problema com lésbicas, sério. Callie e Arizona em Grey's Anatomy e Santana em Glee. Ou será que nenhum roteirista consegue fazer uma lésbica legal na TV? Alguém me responde. Mas eu gostei do episódio, o que é quase um milagre se parar pra considerar essa temporada da série, né? Até voltei a achar graça da Brittany, mesmo sendo ainda um pouco forçada. Só que também teve a história do garoto da boca grande que eu esqueci o nome... Enfim, tô gostando de Glee de novo, o único problema é que eu acho que deve ser muito fácil melhorar a série quando se está próximo do fim de temporada, né?

Grey's Anatomy - 7.19 - "It's A Long Way Back"

Vou falar rápido do pouco que eu lembro do episódio porque o season finale já passou e estou atrasado com os posts.
Então, todo mundo já sabe da minha história de amor com Grey's Anatomy. Mas eu parei de gostar de pessoas, parei de gostar de pessoas que eu gostava, parei de gostar de Callie e Arizona. É sério.
Gostava da Callie desde que ela entrou com o seu jeitão hardcore e da Arizona calminha correndo com o tênis-patins pelo hospital, mas aí elas viram o casal lésbico mais chato do mundo e com o bebê mais mala do mundo. E tem a Callie chorando pra não tirar o bebê do hospital e AH!!! Não gosto mais, ponto.
Pelo menos teve Meredith aprontando, né? Trocar o exame da Adele pra ela não receber placebo foi uma das sacadas mais geniais da temporada. E é por isso que assisto Grey's...

domingo, 15 de maio de 2011

Glee - 2.18 - "Born This Way"

Depois de um episódio sobre nada (que Glee faz sempre) vem um episódio meio "viva às diferenças" (que a série também faz sempre). É complicado analisar a transformação de Glee, já falei sobre isso, mas eles se esforçam pra se recuperar.
Teve o retorno do Kurt, que era um personagem bacana no começo, mas agora é mais problemático do que deveria ser. Teve a crise lésbisca da Santana, que ainda não me desceu. Teve a Rachel sendo Rachel, o que é bom. Mas, no geral, o episódio me irritou um pouco, não sei mais explicar os meus motivos pra continuar assistindo Glee, mas não vou largar. Isso é outra coisa que eu já disse, mas enfim... Me resta esperar... E reclamar.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

FACEBOOK é uma "Rede Social"

Olha, o Igor falou para eu assistir o filme e mesmo assim eu estava sem muita vontade de assistir porque pensava que era um filme idiota, eu sou fã do Mark Zuckerberg há muito tempo, acho que desde a popularização do Facebook e quando começaram a falar tanto da história dele, da mesma forma que eu sou fã dos criadores do Google. Depois desse momento fã-girl vamos ao que interessa, o filme é fantasticamente Fod*, e com um roteiro que me agradou bastante, e na minha total sinceridade eu pensei em fechar o filme e deletar do meu pc quando li Justin Timberlake.
Tenho que contar para vocês que se eu tivesse que morder a língua por todos meus pré-conceitos sobre o filme, NOSSA não teria mais língua na minha boca. A participação do Justin por sinal me agradou acredite se quiser e falando em pessoas no filme um dos meus atores favoritos participou do filme no papel do meu ídolo *_*
Além de a história ser interessante, o filme é perfeito para nós da geração Y (nascidos até 90) e geração Z (nascidos a partir de 91), nós podemos ver que nós somos a geração que tem tudo na nossa mão para ser fantástica, criarmos coisas fantásticas e sairmos da famosa corrida dos ratos by: Jovem Nerd , ninguém após ver o filme pensou: -Vou fazer dinheiro com meu blog?
Eu e muitas pessoas pensamos, chega dessa bagaça, vamos crescer, vamos ousar, vamos fazer a diferença. O filme mostrou tanto os lados bons como os ruins que qualquer ser humano tem, o que eu mais gostei no filme acho que foi isso, o Mark não é bonzinho nem malvado, apenas um ser humano comum.
Não sei se todos perceberam mas o filme não mostrou apenas a criação de uma rede social, mas o que ela faz em nossas vidas, como a frase "-Ele está conectado", essa frase me fez lembrar os momentos que eu estou em casa e meus pais me gritam e eu só escuto na milionésima vez. Outro fato é quando contamos tudo que sentimos, discutimos e tudo na internet, alguém lembra do "-Vou xingar muito no twitter"?
Quando ouvimos aquela criança falar isso na TV ficamos "-OMG. Que babaca", mas, minha gente, isso é o que nós, jovens de 30 anos para baixo, fazemos, não é mesmo? Chegamos da balada e corremos para colocar nossas fotos no orkut, flickr, facebook e myspace, quando vamos sair sempre temos que twittar o que vamos fazer. A frase tema do filme utilizada nas divulgações é perfeita "Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos", querendo ou não o filme retrata totalmente a minha geração, geração de quem tem 18 anos como eu e tem um blog e que se quiser pode se sustentar por esse blog. Nunca passaria na cabeça de quem veio antes de nós que a internet seria fonte de renda, nunca fazer vídeos para a internet iria pagar as contas de alguém fikdik né Osama, inventou o vlog e nem ganhou nada com isso.
Acho que o filme foi tão bom e mereceu Oscar e mais Oscar, mereceu concorrer até o titulo mais legal do mundo rsrsrsrsrs porque ele é, além de tudo, um documento histórico para as próximas gerações do que é nossas vidas. O filme retrata perfeitamente o dia-a-dia dos jovens de agora, e mostra isso de forma pura e clara.
Sério, se você ainda não assistiu o filme porque estava com a mesma mentalidade que eu, assista, vale muito a pena e talvez você tenha uma mega idéia assistindo o filme. E quem sabe não vire o próximo Mark Zuckerberg da vida?

Rio

Se você não tiver mais nada para fazer...Então vá ao cinema assistir ao mais novo filme do brasileiro Carlos Saldanha : Rio. Sim, ele é o co-diretor de A Era do Gelo e diretor de A Era do Gelo 2 e 3" e por causa disso você já pode perceber que irá se deparar com uma trama de bichinhos em 3D engraçadinhos que ficam cantarolando e pulando para cá e para lá.
Por mais bem produzido que seja, Rio não passa de uma figura da cidade do Rio de Janeiro mais do que estereotipada : o carnaval, o fanatismo pelo futebol, a bunda enorme das mulheres, além dos macaquinhos que estão presentes em todos os filmes estrangeiros referentes ao Brasil. Tá legal, ele também mostra o contrabando de animais exóticos para fora do país, e só.
A história fala sobre uma arara azul que foi retirada da floresta por contrabandistas ainda quando pequena e levada para os Estados Unidos, mais exatamente para o estado de Minnesota, um habitat completamente diferente ao que animalzinho está acostumado.
Lá ele é adotado por Linda, uma garotinha americana, que lhe dá o nome de Blu. Após alguns anos Linda recebe a visita de um cientista brasileiro atrapalhado - Túlio- em sua livraria. Este pede-lhe para levar Blu até o Rio de Janeiro com o objetivo de acasalar, uma vez que sua espécie está se extinguindo e ele é o último macho dela. No Brasil, Blu faz amizade com pássaros maluquinhos de rua, no entanto, seu relacionamento inicial com Jade, de sua mesma espécie e a fêmea com quem ele deveria copular, é meio conturbado. Jade e Blu são raptados por contrabandistas e é ai que o filme realmente começa e que Blu percebe o quanto é desvantajoso não saber voar (sim, ele nunca aprendeu).

Cheia de encontros e desencontros, músicas, dança, muitas piadas sem graça (algumas engraçadas também), gírias tipicamente cariocas e muito (e quando digo "muito" realmente não estou exagerando) carnaval é a saga do simpático passarinho Blu, que apesar de previsível (e digamos que fraca se comparada a outras do gênero, como por exemplo, a própria A Era do Gelo) vale pelo bom trabalho gráfico que foi feito mostrando quase que fielmente os cartões postais do Rio.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Glee - 2.17 - "A Night of Neglect"

Eu já falei aqui sobre a facilidade que Glee tem de jogar um episódio sobre nada sem a menor pena dos fãs (se bem que a maioria ama tudo da série), fizeram isso de novo, mas dessa vez o episódio teve os seus momentos e não foi ruim que nem o "Sexy". Só tenho a impressão de que a série tá enrolando, parece que não sabem o que fazer e estão inventando tudo até chegar o fim da temporada. A história da Mercedes foi boa, bem abordada, mas pareceu faltar alguma coisa. E tudo bem que é uma série teen, de comédia, ficção e etc., mas tudo tem o limite, o "irreal bacana e divertido" tem o limite, e tudo o que passa desse limite parece ilógico e forçado. Isso não se aplica à Mercedes, mas... O Kurt ainda faz parte da série? Chamar a Sunshine de volta praticamente pra nada? Artie e companhia participam de um programa de TV? O marido da Emma foi embora... Sério? Porém, como eu já disse, não foi um episódio ruim, porque teve um pouco de "o que Glee sempre foi" lá no fundo. Teve Finn e Quinn, teve Gwyneth Paltrow cantando Adele (sério, talvez o ponto mais alto do episódio) e teve a cena de Rachel e Mercedes no carro. O que é Rachel dizendo pra Mercedes pegar a apresetação final dela se é isso mesmo o que ela quer??? Muito bom. Tá vendo como eu também falo bem de Glee?Só resta esperar mesmo, esperar o fim da temporada, mais um retorno de Sunshine, mais armações da Sue pra acabar com o Glee Club (tá cansando, hein), mais Schue e Emma (tá cansando, hein [2]) e mais episódios sobre nada... Ou não.

sábado, 16 de abril de 2011

Pânico 4

Você, leitor, antes de mais nada, precisa entender que Pânico foi a série que mais me marcou no gênero do terror. Eu amo terror, e eu amo Pânico, e eu assistia nico quando era criança achando tudo sensacional, tudo tão bom... E hoje, dez anos depois do lançamento do terceiro filme da saga de Sidney Prescott, Pânico 4 vem e cumpre seu papel, me deixando com a mesma sensação que eu tinha quando assistia aos filmes antigos, a mesma, juro. E juro também que vou tentar evitar o puxa-saquismo nesse post.


Vou começar elogiando o sensacional fato de que o elenco voltou, Neve Campbell, Courteney Cox (com muito botox, sério) e David Arquette estão lá, com a mesma graça, com a mesma química. Não importa se foi preciso, sei lá, triplicar o cachê de alguém, eles estão lá e pronto. É óbvio que isso não é o bastante, mas é o que já te deixa entrar no clima do filme. Isso e a genialidade de Kevin Williamson, que traz um roteiro cheio de reviravoltas e engraçado, sem tirar o clima de filme de terror. E Wes Craven, lógico... É, não tinha como dar errado.


A sequência de abertura já faz valer a pena o fato de assistir ao longa, as brincadeiras com o filme dentro do filme e a auto-sátira são coisas que poucas pessoas conseguem fazer. E as cenas ainda contam com as participações mais legais de seriados, tem a garota de 90210, uma de Pretty Little Liars, a protagonista de Life Unexpected, a Sookie de True Blood (gente, sério, a Anna Paquin é incrível) e a Kristen Bell (eterna Veronica Mars). Fora que o filme conta com mais atores de séries, a Hayden Panettiere (Claire de Heroes) e a hilária Alison Brien (Annie de Community) são excelentes, a primeira é uma surpresa em especial, nunca achei que fosse boa atriz, mas a cena falando o nome dos filmes de terror no celular é pra deixar qualquer um nervoso.


Porém a participação das anteriores é diminuída ao lado de quem brilha de verdade, no mesmo nível do elenco original, Emma Roberts (Idas e Vindas do Amor). Ela começa bem simples e cresce de maneira monstruosa até o fim do filme. Aliás, o fim do filme consegue surpreender como o fim dos três anteriores, ele foge da coisa comum de assassino se revelando e explicando os seus motivos, ou melhor, isso ainda existe, mas vai além. O final se torna quase bizarro, você quase acha graça de tudo, até que percebe que se trata mesmo de um filme de terror. Enfim, é coisa que só Wes Craven consegue fazer bem, e muito.


Evitei o puxa-saquismo? Não, né? Por isso vou deixar uma dúvida aqui. Quem assistiu, me ajuda a descobrir se foi um furo mesmo, quem não assistiu... Vai pro cinema agora!


Então... No fim do filme, quando vão descobrir sobre a Jill, a Gale pergunta como ela sabe da facada no ombro, e é a pergunta que faz com que descubram que a garota estava mentindo. Mas ela podia saber do ferimento no ombro, não foi anunciado na televisão? E aí? Foi um furo ou teve mais alguma coisa e eu é que não prestei atenção? Porque é difícil Kevin Williamson deixar furo, né?


É isso, até a próxima facada... Péssima!